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Amamentação: O melhor alimento para o bebê



Desde a gestação, a natureza já prepara as mamas para o aleitamento. Ocorrem modificações no organismo da mulher: as mamas ficam maiores, as aréolas tornam-se mais escuras e resistentes pela ação dos hormônios.
Logo após o nascimento, de preferência na primeira hora de vida, é indicado que aconteça a primeira mamada. É nesse momento que o contato pele a pele, o toque suave do corpo do bebê sobre a mãe e a sucção, que ocorre a liberação de um hormônio (ocitocina), começando assim a descida do leite.
O leite nos primeiros dias pós-parto é chamado de colostro. Nele, os fatores que protegem contra doenças estão em grande quantidade. Funciona como a “primeira vacina” para o bebê, contém água necessária para manter o bebê hidratado, está sempre na temperatura certa e pronto para beber.
Além disso, possui boa digestibilidade, o que faz com que algumas mães pensem que o “seu leite é fraco”, já que as fórmulas infantis demoram mais tempo para serem digeridas e passam a falsa impressão de que o bebê está mais saciado.
Os benefícios para a mãe e para o bebê
Para as mães, acelera a recuperação pós-parto. O corpo volta mais rapidamente ao normal (a amamentação queima mais de 500 calorias/dia). A mulher perde menos sangue e, com isso, reduz as chances de ter anemia. Além disso, mãe que amamenta tem menos depressão pós-parto, osteoporose e câncer de mama e de ovário.
Já para os bebês, a amamentação o protege de doenças como diarreia, distúrbios respiratórios, alergias, otites, infecções urinárias, obesidade, hipertensão, cárie, má oclusão dentária, entre outras. Além disso, ao amamentar, a mãe promove fortalecimento dos vínculos afetivos e faz com que seu bebê se sinta mais protegido. E isso será importante para o desenvolvimento dele.
O leite materno é o melhor alimento para a criança, especialmente de forma exclusiva nos primeiros seis meses de vida, e continuará até dois anos ou mais.